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ADIADA DECISÃO SOBRE CONVÊNIOENTRE SANTA CASA DE OURINHOS E IAMSPE



Ficou para a próxima sexta-feira, 21/08, a solução para os cerca de 30 mil funcionários públicos da região de Ourinhos e Assis que ficaram sem assistência médica após o rompimento do convênio entre a Santa Casa de Ourinhos e o Instituto de Assistência Médica ao Servidor Público Estadual de S. Paulo (Iamspe).


Esse foi o resultado da reunião virtual dos deputados estaduais Enio Tatto e Professora Bebel, ambos do PT, com o secretário de Estado de Desenvolvimento Regional, Marcos Vinholi, o superintendente do Iamspe, Wilson Polara, e o presidente da Santa Casa de Ourinhos, Celso Zanuto, entre outros.


De acordo com Celso Zanuto, a Santa Casa de Ourinhos rompeu o convênio porque o valor dos procedimentos médicos pagos pelo Iamspe não paga os custos. “Temos prejuízos de até 40%. É preciso reajustar os valores da tabela”, disse.


O superintendente do Iamspe argumentou que, por razões burocráticas, o convênio não pode ser reestabelecido. Diante, porém, da posição dos deputados petistas de que até por razões humanitárias em plena pandemia do coronavírus os servidores não pode ficar sem assistência médica, o secretário Vinholi propôs o prazo até a próxima sexta-feira quando ficou de apresentar solução.


“Os cerca de 30 servidores públicos não podem ficar sem atendimento médico em plena pandemia do coronavírus. É importante refazer o credenciamento da Santa Casa de Ourinhos e outros hospitais para que todos possam ser atendidos”, defendeu Enio Tatto, atual 1º secretário da Mesa Diretora da Assembleia Legislativa.

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