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POPULAÇÃO POBRE É QUE MAIS SOFRE COM O ABANDONO DA SAÚDE


Foto: Carol Jacob / ALESP

O 1º secretário da Assembleia Legislativa, deputado Enio Tatto (PT), realizou pronunciamento na sessão do dia 04/04 para tratar da precariedade atual do sistema de saúde nas esferas municipal, estadual e federal.

O parlamentar destacou as filas e a demora do atendimento nos equipamentos municipais de saúde da cidade de São Paulo, destacando a situação da UBS e AMA do Jardim Icaraí, Zona Sul da cidade.

Criticou, também, o descaso do governo estadual com a população paulista. “O cidadão, principalmente o da periferia, continua sem atenção. A exigência da marcação de consulta por meio de aplicativo prejudica os moradores das regiões mais distantes que têm dificuldade de acesso à internet. Assim, são obrigados a enfrentar longas filas para marcar pessoalmente uma consulta”, comenta Enio Tatto.

“Pior do que não fazer é desfazer o que funciona. Exemplo disso é o desmonte do programa Mais Médicos promovido pelo governo anterior e agravado pelo atual. Matéria publicada no portal G1 mostra que, após três meses do governo Bolsonaro, 1.052 médicos abandonaram o programa. A desistência se deu nos lugares mais distantes, onde a população mais necessita de atendimento”, acrescenta o parlamentar. “Infelizmente, a realidade atual da saúde no País é a do mau atendimento e a do descaso com a população mais pobre, que não tem convênio médico e que mais depende da presença do estado”, conclui Tatto.

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